quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Chuva fina no telhado...

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@ Reprodução
CHUVA FINA NO TELHADO E UM FRIO INVADE MEU QUARTO A MEIA LUZ. ROLO NA CAMA E NÃO CONSIGO DORMIR. SERA MAIS UMA NOITE ONDE ESSES PINGOS DAGUA VÃO ROLAR PARA OS RIOS E OS RIOS PARA O MAR E EU VOU PRA ONDE? NÃO SEI...

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Crônicas de Rufino Silva

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Não sei se foi para o meu bem ou para o meu mal.

Não sei se foi para o meu bem ou para o meu mal. Ontem 14.02.2017, completava para minha tristeza nada menos 20 (vinte ) meses de falecimento de minha inolvidável mãezinha querida, dona Rocilda. Dediquei a sua inapagável memoria, uma croniqueta, conforme todo o dia 14 de cada mes, dedico a ela, dona Rocilda, a relembrança e a doce memoria dessa pessoa semi santificada que em vida entregou... se a palavra de Deus e evangelizava como ninguém em nossa paróquia de Aracoiaba. Redigi a referida cronica na data acima citada e por problemas técnicos não me foi possível, prensar esses escritos em seu conteúdo em seu devido lugar desse espaço poetivo e cultural... Pena. Mas nesse esforço gigante revivo a data e a memória de dona Rocilda, em nome de seus filhos, Rufino Silva, esse escriba, Gilvan, Sebastião e Dedim Silva, bem como seus netos e noras, tornar cada vez mais acessa essa chama de um amor que não morreu...15.02.2017.

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Crônicas de Rufino Silva

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Santo Deus! o que não faz a cobiça, a luta desenfreada pelo poder!

Santo Deus! o que não faz a cobiça, a luta desenfreada pelo poder! Chega.., se a perder a dignidade, o caráter, sobretudo o amor aos ditames de Deus, nosso Senhor. E muitas vezes, usam as pessoas menos esclarecidas, para tentar danificar as pessoas de moral e do bem! Ficam muitas vezes, por traz de uma sombra apagada, simplesmente para fazer o mal... O povo e sábio e por mais que essas aves agourentas tentam se ocultar pelo ostracismo da maldade, a máscara termina em cair e essa falta de Deus transparece a realidade e a vergonha lhe cobre de lama e pecado! Amém. Vá de retro satanás... 05.02.2017.

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O dia praticamente já morreu... Feneceu

FOTO: Rufino Silva
Cai a tarde. O céu que estava tao límpido e movido pelo clarão do sol, pouco a pouco se esvai e uma pequena nuvem, turva o horizonte que antes brilhava e agora esta tao triste...
Os animais retardatários se agrupam em filas, como se alguém ordenasse a todos, a se recolherem num tom de final do dia e que a Natureza sempre vibrante, se embalasse e uma orquestra começasse
a tocar uma valsa vienense de um autor hoje esquecido...
O dia praticamente já morreu... Feneceu. As derradeiras sombras cobrem meu rosto e uma tristeza densa e amarga envolve meu semblante e dai então eu começo soluçar e sem querer lembro... me dessa criatura que se foi, deixando um vazio e uma saudade que fez morada e não quer ir embora. Saudade de minha mãe! Minha vida. 06.02.2017.


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Crônicas de Rufino Silva

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Tempo Ladrão

Sandra e Joseni
 Por Blog do Parceiro -

Tempo Ladrão

Limitei-me a pensar... Fiz minhas reflexões:
Quão passageiro é o tempo. E ele nos prende...
Torna-nos prisioneiro e como um facão mortaz,
Nos retira tudo, nos deixando quase nada.

Ele passa como uma flecha... Corre demais.
Fustigo todos os nossos sonhos. Nos nega tudo:
Arranca do peito, o delírio – depois sepulta-o,
Deixando para traz todas as nossas esperanças.

O tempo... às vezes nosso bom aliado...
Mas depois, muito depois, vem a cobrança:
Pagamos caro, muito caro, o preço: a saudade.

De repente me perco no tempo. Assombro-me:
Saio correndo pela estrada à fora, me canso...
Não posso mais correr – Não tenho mais forças.
Resta-me somente dizer: cheguei. Estou velho demais...

26/12/96
Esta poesia foi um presente que ganhei de Rufino Silva em 26/12/96

ACESSE: Rufino Silva

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Como é bom e prazeroso recordar um passado que nos deixou grandes lembranças...